Avaliação da Deformação em Placas de Osteossíntese – Comparação Numérica e Experimental

Autores: Maria F. Paulino, Ana Messias, Ana M. Amaro, Luis Roseiro, Maria A. Neto, Inês Balacó

RESUMO:

O fémur é o maior osso do corpo humano e um dos principais responsáveis pela locomoção do indivíduo. Por vezes existem malformações que provocam problemas diversos, tais como o nanismo ou tumores ósseos. No caso de problemas oncológicos, um dos tratamentos mais recorrentes é o recurso a aloenxertos, sendo a estabilização óssea conseguida através de placas de osteossíntese. Alguns clínicos utilizam duas placas de osteossíntese, para garantir uma maior estabilização e promover uma recuperação mais rápida do paciente. Este estudo permitiu comparar, numericamente e experimentalmente, a utilização de uma e duas placas de osteossíntese na estabilização de osteotomias em fémures sintéticos, e recorreu-se à correlação digital de imagem para analisar a distribuição das deformações nas placas. Concluiu-se que a aplicação de uma segunda placa de osteossíntese conduz a uma maior estabilização das osteotomias do fémur e menores tensões nas placas e parafusos de fixação.

Palavras Chave:
Filiação:

Maria F. Paulino1 | Ana Messias1 | Ana M. Amaro1 | Luis Roseiro1,2 | Maria A. Neto1 | Inês
Balacó3
1 Universidade de Coimbra, CEMMPRE, DEM, Portugal; maria.paulino@uc.pt, ana.messias@uc.pt, augusta.neto@dem.uc.pt,
ana.amaro@dem.uc.pt,
2 Instituto Politécnico de Coimbra, i2A, ISEC, DEM, Portugal; lroseiro@isec.pt
3 Serviço de Ortopedia Pediátrica do Hospital Pediátrico de Coimbra, CHUC, EPE, Portugal; inesbalaco@gmail.com